sábado, 8 de dezembro de 2012
SEPARAÇÃO
Saudades que guardo de ti
O mesmo da terra molhada
És o calor que sonho
Logo ao amanhecer
Como o ar que respiro
Nas praias que invento
De águas calmas, suaves
Sinto a brisa que passa
Tocando no meu rosto,
Pois de tantas saudades ter
Convenço serem beijos teus
Oh Terra que deixei um dia
Que de saudades não calo
Não cortei minhas raízes
Nem a dor que de mim separa…
Fátima Porto
ATENÇÃO: Texto registado e protegido pelo IGAC
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