segunda-feira, 8 de agosto de 2011
REVOLTA
Escorrego pela parede
Onde me aninho
Escondo meu rosto
Dos olhares
Esculpidos nas paredes
Esperam a destruição
De uma revolta tamanha
Que tolhe meus pensamentos
Agoniza sentimentos
Segura de si
Penetra em minh’alma
De unhas afiadas
Simulando uma morte anunciada
Rasga-me
Esventra todo o meu EU
E suga o sangue
E vida
Como vampiro à solta
Sem rédeas
Nãoooooo
Quero-me sentir livre
Sem esta angústia
Que habita em mim….
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