segunda-feira, 8 de abril de 2013
CHORO SÓ
Minha alma dói
E as palavras que digo
São lágrimas
Que rolam no meu rosto
Meu sorriso desapareceu
Com o fumo da mata,
Num olhar cheio de nada
Que faz transbordar tempestades,
Em choro incontido,
Sentindo-me sozinho
Sustenho gritos abafados,
Numa terra tão grande
Que minhas pequenas mãos não alcançam,
Mas mostrando minha força
Não pendendo os braços
Num prevenir do futuro…
Fátima Porto
Texto registado e protegido pelo IGAC
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