terça-feira, 15 de novembro de 2011

QUERER|SONHAR


Abro os braços
Caminho na direcção
Que a minha alma vê
Mais que sentimento
Desejo, ardor

Vontade louca
De ultrapassar barreiras
Vales e planícies
Atravessar oceanos
Ir contra os ventos
Com vendavais de mim

Ah como a fantasia
Me faz voar como ave
Sonhar em ter asas para fugir
Gritar sem ouvir a voz
Chorar sem lágrimas
Fechar os olhos
E vendo


O vento sacode os cabelos
Sinto um arrepio
Que me faz estremecer
Mas meu olhar
Segue uma alma viva
Numa inquietação
Que os braços não se fechem…


Poema editado no Jornal O REBATE de Macaé - Brasil

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