sábado, 15 de junho de 2013

SUMBE

Oh Terra,
Onde vivi a minha juventude,
E criei raízes d’Amigos

Onde as praias têm magia
Quando o sol se põe
Ao som da brisa nas palmeiras

E com um rio longo,
Que derrubando obstáculos,
Dá-te Cachoeiras que são um encanto,
Uma dádiva da Natureza

Sumbe,
Do cheiro de café,
E das nuvens do algodão,
Contrastando com a terra vermelha

Sumbe,
Terra que trago no coração,
Das amizades que perduram,
E que embora ausente,
Estás sempre presente
Em forte ligação…


Fátima Porto
Texto registado e protegido pelo IGAC

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