terça-feira, 9 de abril de 2013

HOJE




Hoje,
Quando respiro e suspiro
Sou como a brisa silenciosa,
E minhas palavras um grito
Dum corpo que procura um porto

Hoje,
Alma que vagueia em melodia que te enlaça
Na presença em teu redor
Com uma fragrância na pele,
Chamando-me para dançar
Trazendo nosso amor ao luar

Hoje,
Como bela e sensível borboleta
Que em teu corpo quer poisar
Numa sede de amar
Até o vendaval cessar

Hoje,
Sou palavras caladas
Em que meus lábios gritam teu nome
No enleio de ser e fazer feliz

Hoje,
Quero ser tua saudade
A lágrima que chora d’amor…

Fátima Porto
Texto registado e protegido pelo IGAC

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