sexta-feira, 12 de agosto de 2011

TEMPESTADE


Ventos fortes
Nuvens negras
E eu caída
Desamparada
Minha alma atraiçoa
Sem dó
Aves agoirentas rodeiam-me
Como vizinhas mal falantes
Sinto picos e pedras
Fazendo feridas
No pó lamacento
Vendavais em remoinhos
Não me deixam levantar
Mesmo sem forças ….

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RENDER-ME AO CASTIGO