sábado, 24 de novembro de 2012

DEVANEIO QUE ARREPIA





Serenidade
Paz
Meu espírito
Absorve-se
De olhos abertos
Divagando
Na minha fantasia

Desejo ternuras tuas
Beijos com gosto a mel
Abarcando meu corpo
Lentamente

Mãos que vagueiam
Trilhos ocultos
Revelados

Boca de lábios suculentos
Que murmura
Palavras quentes e melosas
Beija minha nuca
E arrepia

Mas viajo no meu devaneio
Imaginando tua presença
Em afagos mútuos
Enquanto nossas almas se entrelaçam
Sem tristezas nas palavras caladas
Mas em deslumbramento…

Fátima Porto
ATENÇÃO: Texto registado e protegido pelo IGAC

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