domingo, 16 de outubro de 2011

DESATA/SOLTA-ME


Desata minhas mãos
Para que te possa amar
Sentir o teu corpo
Ardor da paixão

Solta de mim
Todo o desejo
Desnuda
O meu querer
Degusta
Nosso prazer

Sussurra
Ao meu ouvido
Palavras de silêncio
Passeia
Pelo meu corpo
Dedos quentes, suaves

E para além do tempo
Exaltaremos em união
Numa chama ardente
Querida
Ansiada

Poema editado no Jornal O REBATE de Macaé - Brasil

3 comentários:

RENDER-ME AO CASTIGO